Infância
Recebi o texto abaixo por mensagem de Facebook ou Whatsapp ou Instagram ou Twitter. Já não sei. Não interessa saber. O que importa é dizer que o texto não é meu. Em que pese minha vontade enorme de escrever um monte de coisas sobre outro monte de coisas, minha preguiça, uma vez mais, venceu. Não me importo. Escrevo para que me leiam sabendo que muito pouco o fazem. É triste. É chato. É desestimulante. Por isso a preguiça sobrevive e vence, sempre. Segue o texto: “*ESTA ERA A NOSSA VIDA!!!! SEM TIRAR, NEM POR!!!! TEXTO PERFEITO!!!!* Nasci e cresci no Brasil, ia para a escola a pé e às vezes com um monte de amigos, e íamos rindo e papeando. Não tinha google nem celular... As pesquisas de escola eram feitas em bibliotecas (usávamos a Barsa, tesouro da juventude, Delta Larousse, o Google da nossa época), escritas a mão (se estivesse igual como no livro, estávamos ferrados). Na escola tinha o gordo, o leitão, 4 olho, a branquela, o bafo, o ramela, o neguinho. tinha canela fina, anão, ...