Postagens

Mostrando postagens de fevereiro, 2021

Infância

Recebi o texto abaixo por mensagem de Facebook ou Whatsapp ou Instagram ou Twitter. Já não sei. Não interessa saber. O que importa é dizer que o texto não é meu. Em que pese minha vontade enorme de escrever um monte de coisas sobre outro monte de coisas, minha preguiça, uma vez mais, venceu. Não me importo. Escrevo para que me leiam sabendo que muito pouco o fazem. É triste. É chato. É desestimulante. Por isso a preguiça sobrevive e vence, sempre. Segue o texto: “*ESTA ERA A NOSSA VIDA!!!! SEM TIRAR, NEM POR!!!! TEXTO PERFEITO!!!!* Nasci e cresci no Brasil, ia para a escola a pé e às vezes com um monte de amigos, e íamos rindo e papeando. Não tinha google nem celular... As pesquisas de escola eram feitas em bibliotecas (usávamos a Barsa, tesouro da juventude, Delta Larousse, o Google da nossa época), escritas a mão (se estivesse igual como no livro, estávamos ferrados). Na escola tinha o gordo, o leitão, 4 olho, a branquela, o bafo, o ramela, o neguinho. tinha canela fina, anão, ...

Números

Foi num tempo e que ainda havia alguma esperança de bom senso e jogo de cintura e boa vontade e cooperação. Não passou tanto assim, mas já não é do mesmo jeito. Naquela altura, havia para mais de 330 cursos de Letras funcionando nos estados unidos de bruzundanga. Pasme! Um número quase inimaginável, por isso mesmo, mais que necessária a averiguação, o rigor no reconhecimento Outros tempos. Então, uma conta pode ser feita, não para os cursos de Letras, mas para os cursos de medicina. Imagine-se, em média, de 209 a 25 formandos por semestre. A média é aleatória e pensada “para baixo”. Se trezentos era o número de referência para os cursos de Letras, possível aceitar o mesmo referencial para a medicina. A diferença é que no curso de Letras, nem sempre o número de formandos por semestre alcança o nível aqui proposto como plausível. Geralmente, esse número é inferior. Mas vamos lá. Num ensaio de tentativa e erro, muito aleatório e absolutamente gratuito, à média de 25 formandos por semestre...

Gilmar mandou a Real, Agripino debaixo da cama, o povo recebendo o presi...

Imagem

Caio Coppolla: extinção da Lava Jato é simbolicamente um retrocesso - Li...

Imagem

Idade

Recebi o texto que segue como mensagem no Whatsapp. Gostei. Repasso pelo interesse que tem!   “Esquecimento temporário”, do professor francês Bruno Dor, do Instituto de Memória e Doença de Alzheimer (IMMA), hospitais La Pitié-Salpêtrière - Paris. Ele aborda o assunto de maneira bastante tranquilizadora:  “Se alguém está ciente de seus problemas de memória, ele não tem Alzheimer”.  1. Eu esqueço os nomes das famílias ... 2. Não me lembro onde coloco algumas coisas ... Muitas vezes acontece em pessoas com 60 anos ou mais que elas reclamam que não têm memória. “A informação está sempre no cérebro, é o” processador “que está em falta.”   Isso é “Anosognosia” ou esquecimento temporário.   Metade das pessoas com 60 anos ou mais apresenta alguns sintomas devidos à idade e não à doença. Os casos mais comuns são: - esquecendo o nome de uma pessoa, - indo para um quarto da casa e não lembrando por que estávamos indo para lá, - uma mem...