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Mostrando postagens de abril, 2021

Coisas...

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Há coisas que a gente lê que parecem impossíveis. Há outras que, por desconhecimento, parecem não verdadeiras. Num e noutro caso, podem ser interessantes, instigantes e, até mesmo, divertidas. É o caso aqui. Não sei a autoria de nenhum dos dois textos que abaixo vão reproduzidos. Li. Gostei. Partilho. Na secura da inspiração, para não ficar mais atempo “fora do ar”, partilho. I Sabe o significado original das cartas de um baralho? As 52 cartas que representam as 52 semanas no ano. As duas cores, vermelho e preto, representam o dia e noite. Os 4 naipes, copas, ouros, paus e espadas, representam as 4 estações. São doze cartas judiciais representando os 12 meses do ano. Se somarmos cada uma das cartas chegaremos a 364. O jogo de cartas é um calendário agrícola que nos falava das semanas e das estações do ano. A cada nova temporada, era a semana do Rei, seguida pela semana da Rainha, do Valete e assim por diante, até que a semana do ÁS muda de estação e começa com uma nova cor. Os coringas...

Saco cheio

Parece que não é mesmo do Alexandre Garcia. Não faço ideia de quem seja o autor. No entanto, o texto abaixo diz exatamente o que eu penso agorinha...   Sinceramente minha gente: Tomara que o Bolsonaro caia logo e nem deixe Mourão assumir. Para que o nosso país volte a funcionar, Deus permita que se façam novas eleições, burlem as urnas e deem logo a vitória para Ciro ou Andrade, ou outro vigarista qualquer. Assim o Brasil volta a ser o que era e a imprensa para de encher o saco e idiotas voltem a postar nas redes sociais, opiniões sobre futebol, novela, BBB e música ruim. Que o novo presidente não dê entrevistas diárias, não se importe com a opinião da população e continue o legado de FHC, Lula e Dilma. Pode acreditar minha gente... nosso Brasil "veio" de guerra suporta. Que volte logo os escândalos diários de corrupção permitida, assim como a grande farra dos cartões corporativos. Que amigos e afilhados políticos, sem NENHUMA qualidade técnica, in...

Ritmo e sensibilidade

  Durante os anos de magistério superior, fiz leituras que era obrigatórias por força do conteúdo a ser estudado a cada semestre. Particularmente, este estudo foi-se tornando, ao longo dos anos, repetido, dado que os conteúdos não mudavam e as disciplinas sob minha responsabilidade passarem a ser sempre as mesmas. Com o tempo, fui conseguindo ler outras coisas que não o que era obrigatório para as aulas. No entanto, sempre agia uma outra força da natureza, nefasta, que me impelia para o ócio: a preguiça. A ela se juntava ao desânimo causado pelo desinteresse quase absoluto dos meus ouvintes (jamais deixei de considerar a possibilidade de ser enfadonho, chato e desinformado, não seduzindo a mesma plateia), o desgaste emocional, espiritual e físico por contas das reuniões enfadonhas e inócuas e, por fim, certa dose de desespero por ver o barco se afundando e não poder fazer nada com a minha canequinha que só conseguia tirar alguns mililitros de água do barco. Um quadro que beirava o ...