Tentativa e erro
Há momentos em que eu penso que estou perdendo o juízo. Não sou tão presunçoso para considerar que o que eu escrevo é melhor do que outros escrevem. No entanto, há coisas que leio, coisas “premiadas” que... por favor... Nem deixando toda a presunção de lado, sou capaz de reconhecer alguma “qualidade” no que leio. Mas não dou tratos a esta bola. Deixo passar e continuo “cometendo” meus poemas. Como os que seguem abaixo. Há quem critique o fato de compartilhar poemas inéditos. A roubalheira é grande. Não me importo. Sigo tentando. Quem sabe um dia... Credo Juntei duas palavras bonitas, daquelas de que gosto muito. Juntei-as numa frase sonora. E acreditei ter escrito um poema. À direita, o rapaz de barba e óculos não gostou, disse que não tinha substância. A senhora vetusta e grisalha, do alto de sua erudição, concluiu que o poema era o resultado, apenas o resultado de um moedor de palavras. A mocinha, loura e espevitada, riu, e não disse nada, mas escreveu à colega comentand...