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Mostrando postagens de janeiro, 2024

Projeto

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Recebi o texto que segue como mensagem de  WhatsApp . Não sei quem é o autor. De qualquer forma, para não perder o costume, vai entre aspas. O que me choca é que o conteúdo do texto pode ser negado, demonizado, ridicularizado, cancelado por gente cujo único argumento é que não há nada de Paulo Freire neste projeto. Como se Paulo Freire, de fato, estivesse interessado em EDUCAÇÃO. Basta ler para entender... Fica a certeza da abissal distância que se nos é imposta em relação a países adiantados de fato como o Japão. Uma distância interestelar que, acredito não verei diminuída.  É triste... “Hoje o Japão formaliza seu NOVO SISTEMA EDUCACIONAL. O antigo sistema educacional japonês já era muito bom, mas este é tão revolucionário que treina as crianças como “Cidadãos do Mundo”, não como japoneses. Um esquema piloto revolucionário chamado “Brave Change” ( Futoji no henko ), baseado nos programas educacionais Erasmus, Grundtvig, Monnet, Ashoka e Comenius, está sendo testado no Japão. ...

Eu te amo

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Um verso, dois poemas e um bilhete. Há diversas formas de declarar amor para alguém. Aqui vão quatro. A última, um conjunto de linhas escritas por minha mãe. Encontrei outro dia, mexendo em papéis velhos de meus arquivos. Fiquei impactado. Mais não digo! No dia em que fui mais feliz , eu vi um avião Se espelhar no seu olhar até sumir. (Antônio Cícero, na voz de Adriana Calcanhoto) Porque foste na vida a última esperança, encontrar-te me fez criança. Porque já eras meu sem eu saber sequer por que és o meu homem e eu tua mulher. Porque tu me chegaste sem me dizer que vinhas, e tuas mãos foram minhas com calma. Porque foste em minh’alma como um amanhecer. Porque foste o que tinha de ser. (Antônio Carlos Jobim, na voz de Elis Regina) Ah, se já perdemos a noção da hora , se juntos já jogamos tudo fora, me conta agora como hei de partir. Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios , rompi com o mundo, queimei meus navios , me diz pra onde é que ainda posso ir . Se n...

O segundo

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O primeiro

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Susto

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Aconteceu assim. Como sempre faço, de vez em quando, doo os livros que li depois de guardados em caixas de papelão. Da última vez foram nove caixas. A Laura, para quem dois as caixas, ficou esfuziante. Feliz da vida, como pinto no lixo! Desta vez, não foi diferente. O que se passa é, por engano, alguns livros, ganhos de seus autores 0 devidamente autografados – ficaram numa das caixas que doei. A pessoa que recebeu – já não posso dizer se estavam numa das nove caixas que ficaram com Laura ou se na última leva – deve ter se desfeito dos livros e um deles foi para num sebo chamado poiesis. Não sei onde fica. Há um homônimo em Belo Horizonte, mas creio que não deve ser este, pois a moça é do Rio de Janeiro. Outra moça. Não a Laura. A moça mandou mensagem hoje pelo Instagram agradecendo (contrafeita, como pude constatar ao final da mensagem) o fato de ter encontrado o livro dela no citado sebo, com seu autógrafo. Ou seja, um dos livros que, por engano, ficaram numa das caixas da última doa...

Palavras que deveriam "ficar"

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Diz o calendário que hoje se comemora o dia do fico. As minúsculas não expressam, aqui, menosprezo pela data ou desrespeito pela História. É simplesmente um ato de escrita descompromissada. Com toda certeza há documentos, em papel, guardados em algum lugar que comprovam a ocorrência deste fato: o dia do fico. Na verdade, este é o objetivo da História: relatar fatos. E o faz usando relatos que se consubstanciam através de palavras. assim numa ilação nem um pouco alucinada, pode-se concluir que fatos e palavras são concretos, ainda que manipuláveis pelo relato. Historiadores de verdade vão relatar – de maneiras várias, claro está, isso vai depender de seu objetivo e da “chave” de leitura que vau usar para abrir as portas do passado! – este fato sem nenhuma preocupação para além de, no máximo, analisá-lo. Já algum “historiador” supremacista, heterossexual, branco, androcêntrico e misógino há de encontrar cabelo em casca de ovo para desandar com tudo e dizer que o dia do fico não passou de...

Novo ano

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2024. Mais um para a série. Como de hábito, mudei a aparência do meu blogue. Por mera preguiça, escolhi um visual bastante limpo, quase desnudo. Como não sei mexer direito nessas ferramentas, pode ser que tenha ficado assim... simplesinha. Não me importo. O que me interessa é tentar manter certa frequência. Não digo regularidade porque isso importa em obrigação manter certo ritmo. Isso eu não quero. Que o ano novo seja recheado de realizações, alegrias e saúde. Evoé!