Sonetos
Não devia, pensam alguns. Mal não faz, pensam outros. E eu? Será que todo mundo que faz alguma coisa se faz essa pergunta, levando em consideração a possibilidade das duas situações anteriores? Pois e... Pensei nisso hoje. ando publicando pouco em meu blogue. Falar em preguiça é chover no olhado. Então... vamos nos ensopar. É preguiça sim, sem medo de erra. Preguiça porque sei que pouquíssimas pessoas vão ler e minha vaidade fica alquebrada, tonta, sai tropeando comme um bateau ivre por aí... Sempre foi assim, sempre vai ser assim. Esse tipo de coisa não muda. Tudo isso (será “tudo” mesmo?) porque três poemas meus vão ser publicados numa antologia (mais uma), fadada ao ostracismo, e dois deles – dois sonetos na verdade – vou publicar aqui hoje. Devia? Não devia? Não vou lançar a pesquisa porque sei que não vou conseguir amealhar respostas suficientes para sustentar nenhuma margem de erro, por mínima que seja. Então, deixa pra lá e dá-lhe os sonetos. Antes, porém, uma nota ...