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Mostrando postagens de agosto, 2025

Amor...

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Anteontem compartilhei um vídeo na minha lista de contatos do WhatsApp . O vídeo mostrava a chegada de um dos injusta e indecentemente presos do famigerado 8 de janeiro. Antes de prosseguir, devo reafirmar minha convicção de que aqueles que DE FATO depredaram patrimônio público devem ser exemplarmente punidos. Os demais (na verdade, aqueles que restaram presos... sem qualquer justificativa plausível). ao contrário, não deveriam estar passando pelo inferno imposto por um psicopata autoritário. Continuando... No vídeo, o rapaz chegar ao velório da avó, depois do requerimento feito por seu pai que, inexplicavelmente foi acatado e deferido pelo já citado psicopata. Um horror. Uma vergonha. Uma canalhice. Não sei quantos militares armados até os dentes. O rapaz algemado, usando uniforme do presídio. Uma vilania indecente, criminosa, inexplicável. No mesmo vídeo aparecem trechos do cachaceiro, condenado, que usurpou a presidência da república, acompanhado apenas de homens de terno. Ele mesmo...

Gerações...

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O texto que partilho – para não faltar ao costume! – não é de minha autoria. Tenho a impressão de que é bastante corriqueiro e que já deve estar circulando há mito tempo. Não vou verificar isso – de novo, para não faltar ao costume – por pura, declarada, assumida e sincera preguiça. De qualquer maneira, vai o texto que, acredito, faz pensar, mesmo sabendo que este verbo expressa atividade cada vez menos valorizada e mais vilipendiada, haja vista o que anda acontecendo por aqui, na terra dos Burundangas... O assunto já não é novidade, mas, infelizmente, tem sustentado bravatas de profunda imbecilidade e tendenciosidade... ai, que preguiça. Evoé, Macunaíma! “Nós somos aquela geração que não vai voltar. Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado. não para olhar para uma tela, mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua — onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos. Nós éramos os que voltávamos da escola a pé. falando alto ou s...

Dia bobo...

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Domingo, na minha humilde opinião – opinião de um chato – é o dia mais bobo da semana. Não sei dizer o porquê disso. É apenas uma intuição, sensação, cima. Dia bobo. Punto i basta . assim, da bobice do dia nasceu a vontade de partilhar algo que pode parecer bobagem, mas... há controvérsias. Não sei quem é o autor desta “pérola” (?). Mas entre as tantas opções que a “rede” oferece, vai uma para quem gosta de “checagem” de fontes: (1) Instagram . Todas as tardes, dez amigos se encontravam no Bar do Leôncio, no centro da pacata cidade de Santa Aurora, para beber, conversar e esquecer um pouco as preocupações da vida. A conta era sempre a mesma: R$ 100,00 por rodada de cerveja. Mas eles nunca dividiam essa conta igualmente, pois sabiam que suas realidades eram muito diferentes — e então decidiram contribuir de forma proporcional ao que cada um podia pagar: Os quatro mais pobres não pagavam nada. O quinto, que fazia bicos, pagava R$ 1,00. O sexto, com um trabalho irregular, da...

Entre texto e imagem

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O vídeo com a mocinha que declama em Espanhol é uma delicadeza. Lindo. Procurei na “rede” pelo texto original. Não sei se o encontrei na íntegra. O que partilho hoje é, supostamente, este poema. ( Poema SI TE BESARA, de RomeoAimeJ, en Poemas del Alma ) Ainda que haja diferenças entre o texto e a declamação em vídeo. Isso não é um problema, absolutamente. No que tange à poesia, esse tipo de discrepância pode ser acolhido como “licença poética” do leitor. Não apropriação indébita, não há plágio, não há crime. É bom que se diga. Em tempos que prenunciam m crime em cada piscada, suspiro ou passo, é bom se prevenir. O poema é lindo, por isso compartilho no original. Penso que, neste caso, traduzir seria uma transgressão. Tiraria de mim, principalmente, o doce sentido do enlevo que ver o vídeo e ler o poema me causaram.   Sí, yo te beso en la boca, porque es de ahí de donde manan los te quiero que derribaban mis murallas   Si yo te beso en la boca es porque de ahí mana e...

Aviso

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Por favor. Ao atravessar a rua na faixa para pedestres, onde não há sinal elétrico, faça sinal com a mão. O pedestre tem prioridade, de acordo com o artigo 69 do CTB – Código de Trânsito Brasileiro, mas, por segurança, é bom sinalizar. Repasse para seus contatos e peça a seus contatos que façam o mesmo com os contatos deles.

Poesia... sempre!

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Recebi um vídeo de um amigo com este texto sendo dito por um senhor para uma mocinha. O vídeo foi publicado por @poesianua que parece estar localizado aqui: (1) Instagram ( para quem quiser buscar a “fonte”). Tomei birra desta expressão. Não era o texto que queria ter partilhado hoje, mas... “Você não veio ao mundo para ser perfeita. Veio para sentir, cair, levantar, rir alto, errar feio e ainda assim florescer. Sim, todos nós tropeçamos, enfrentamos sombras, nos arrependemos de escolhas, nos perdemos em nós mesmos. Mas você não é o erro que cometeu numa noite silenciosa. Você é o que aprendeu depois dele. Você é a luz que renasce quando decide não desistir. Cometa erros. Erros intensos, coloridos, cheios de vida. Erros que te sacodem por dentro e te ensinam a dançar com o caos. Erros que te mostram que a vida real, a que pulsa de verdade, mora fora do script. E se tem uma coisa que precisa mudar, é esse hábito de se diminuir. Você diz que quer paz, mas ainda cultiva guerras int...

Um filme...

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Pigmaleão   ou   Pigmaleão   (grafia menos correta, tendo em conta a etimologia do latim   Pygmalion, -onis , do grego   Pugmalíon, -onos ), na   mitologia grega , foi um rei da ilha de   Chipre ,  que, segundo   Ovídio , poeta romano contemporâneo de   Augusto , também era   escultor   e se apaixonou por uma   estátua   que esculpira ao tentar reproduzir a mulher ideal.  Ele havia decidido viver em   celibato   na ilha por não concordar com a atitude   libertina   das mulheres dali, conhecidas como cortesãs. Até aqui, copiei da Wikipedia. O mito rendeu várias apropriações, como uma telenovela com Tônia Carrero (Pigmalião 70). História que costuma confundir. Penso que  Sweet bird of youth , do Tennessee Williams, também pega carona no mito. Não há dúvida sobre o fato de que Fialho de Almeida, em seu conto “O funâmbulo” também passou os olhos – ou a imaginação! – pelo mito. De uma ou de ou...