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Mostrando postagens de junho, 2022

Infância (de verdade!)

Ando pensando em coisas que, aparentemente já não têm importância. Coisas que aprendi. Coisas que me mostraram. Coisas que faziam parte da vida de qualquer menino ou menina (Sim, só esses dois, menino e menina! O resto é invenção de gente descerebrada que não tem o que fazer a não ser encher o saco dos outros com suas boçalidades!). Pois é... Coisas. Nessa onda de memórias afetivas e afinidades eletivas, recebi por  e-mail  o texto que segue. Desconheço a autoria, como também disse o emissor da mensagem que recebi. Compartilho por causa das... coisas! “Naquela época, tirava notas azuis e morria de medo de notas vermelhas no meu boletim: tinha que ser acima de 7. Naquela época, não tínhamos bolsa família, tínhamos uniformes. O material escolar era comprado pelos nossos pais, com muito suor! Calçado era Vulcabrás, Conga, Ki Chute, Bamba... alpargatas. Não tínhamos celular... As pesquisas de escola eram feitas em bibliotecas públicas e nas enciclopédias… O trabalho era escri...

Ministro da defesa responde Fachin, Bolsonaro da show nos States, Mendon...

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Coisa

O texto que segue não é de minha autoria, como se vê logo abaixo do título). Já o conhecia. Não me lembro se já o coloquei aqui. Pode ser que sim. Minha abissal preguiça me impediu de procurar nos alfarrábios deste blogue (creio que já há mais de dez anos o seu aparecimento). Deixa pra lá. O que importa é que o danado do texto é divertido, ainda que discutível. Vá lá. Minha chatice anda modorrenta. deve ser o frio...    Coisas do Português  (Francicarlos Diniz, jornalista e escritor, pós-graduado em Comunicação pela USP)   A palavra “coisa” é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma ideia. Gramaticalmente, “coisa” pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma “coisificar”. E no Nordeste há “coisar”: Ô, seu “coisinha”, você já “coisou” aquela coisa que eu mandei você “coisar”? Em Olinda, o bloco carnavalesco “Segur...