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Mostrando postagens de outubro, 2022

Dizem...

Dizem que o autor do texto que segue é do Nicolau Maquiavel. Segundo ouvi dizer por aí, ele mesmo não era maquiavélico (sic)! De uma forma ou de outra, devo dizer que não fui “às fontes”. Não gastei meu tempo procurando saber se é fato mesmo que a autoria é mesmo do Maquiavel. Não tenho o costume de fazer isso, sobretudo quando faço postagens em meu blogue – que é “meu”! Dizem que isso é errado. Não faço por pura preguiça. E não tenho vergonha disso. Como ele, o blogue, tem pouquíssimos leitores, o risco de receber a visita do “ federal black uber ” é mínimo! Vai ver é por isso mesmo que acabei taxado de fascista, intolerante, preconceituoso. Nada contra. cada um pensa o que quiser do outro. Não posso fazer nada. Chega de blá-blá-blá. Segue o texto. “Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos, não merece a liberdade. Merece a escravidão. Um país cujas leis são lenientes e beneficiam bandidos, não tem vocação para a liberdade. Seu povo é escravo por natureza. Um povo cuj...

Adaptação

Traduzi o poema abaixo de uma língua estrangeira. Adaptei seu conteúdo, com menos explicitude, para não correr riscos. É preciso enxergar, para além de ver...   “É proibido      mostrar imagens                     pendurar a bandeira do Brasil em qualquer fachada. utilizar fatos históricos em documentários. falar que ele defende a legalização do aborto. afirmar que ele é a favor da liberação das drogas. asseverar que ele pactua coma validade das invasões de terras. confirmar que ele quer a volta de censura. divulgar a sua amizade com ditadores latino- americanos. dizer que há ligação sua com as farc’s. propalar que ele foi condenado. insinuar que ele é ladrão. deduzir que ele se favoreceu de manobras ‘superiores’. rir do fato de que ele tem amigos ‘superiores’ que o  protegem. relacioná-lo à morte daquele outro. ligá-lo àquele ‘cabo eleitoral’ detido. associar sua pessoa ao pê com dois cês. comentar sob...
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Luiz, Daniel e a bondade

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Sobre Rodolfo

Outra personagem inventada. Antes da fraude eletrônica de que fui vítima, pensei nela. O nome tem seus motivos que vão ficar ocultos por questão de discrição. Como de outras vezes, não sei o que vai ser disso. Enquanto não decido, sigo inventando... É assim uma espécie de torpor que toma a alma. Olhar para o horizonte é quase um sofrimento. Cada respiração parece dilacerar a pouca esperança que resta de se ter confiança na humanidade. Um roubo. Uma coisa a que qualquer um está sujeito e que pode acontecer a qualquer momento. Inusitado. A experiências não é boa. A sofisticação dos meliantes anda tão aprimorada que o contato com o banco passa a fazer parte da paranoia: quem garante que os próprios meliantes não conseguiram simular todos os ademanes discursivos de um funcionário do setor de fraudes de um banco grande para ludibriar, em segundo grau, com mais profundidade, e com maldade cirúrgica, o desavisado correntista. Desânimo. Desconfiança. Paranoia. Mistura de sentimentos que faz fa...

O jabuti do Butão

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Uma carta

Uma carta. Ainda não sei o que vou fazer com ela. Quem escreve é Otacílio Piffio, o escritor identificado por esse pseudônimo. Não sei se darei a ele um nome. Por enquanto mantenho o nome da personagem do romance que ele escreve igual ao pseudônimo que usou para escrevê-lo. Acredito que pode dar um certo ar de suspense. Não pretendo que o romance seja policial. Não quero mistério pelo mistério. Isso, a garotada das oficinas de escrita criativa é capaz de fazer. O “mercado” gosta e consome. Isso é vulgar. Está se tornando cada vez mais vulgar. Gosto de ler, mas não gosto de cultivar o gênero. Sou chato, sim e daí? Por isso não sei o que fazer com essa carta. Não sei se revelarei o nome verdadeiro do autor do romance. E tenho que pensar no que já escrevei, no corpo encontrado no quarto de hotel, na relação entre a camareira e o rapaz da limpeza. Tem o detetive. A Zuleica e agora esse destinatário da carta de Otacílio Piffio. Tanta coisa! A preguiça só faz aumentar. Por enquanto, fico com...

Livro novo

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Boa noite! Meu novo livro de poesia já se encontra em pré-venda na ligação a seguir: https://www.lojapedregulho.com.br/andando-descalco-em-asfalto-quente . Colabore e adquira já seu exemplar! Quando do lançamento, leve-o para receber seu autógrafo. Colabora aí, vai... Obrigado!