Música
Não se trata de um poema tout court , ao pé da letra. Seu autor foi Harold Arlen que, junto com Ira Gershwin , compuseram a música para a primeira versão de um filme inesquecível: A star is born . Ao escrever isso, por óbvio, vem à mente a imagem de sua mais preciosa, genial, contundente, emocionante, inigualável, impecável intérprete: Judy Garland. Os comentários são, oura vez, por óbvio, dispensáveis. Procurei na internete por interpretações desse número e encontrei pencas: Ella, Sarah, Frank, Natalie, and so on . Nenhuma delas, indiscutivelmente, nenhuma delas consegue superar a original. A beleza, a contundência e a consequência – no filme é esta música que dá o mote para a narrativa do romance entre a personagem vivida pela própria Judy e pelo impecável ator James Mason. Vale a pena conferir – da interpretação preenchem cada lacuna semântica da letra que se faz completa na economia da narrativa fílmica. Não sou cinéfilo ou cineasta. Não me arvoro a nomear a mim mesmo um crít...