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Mostrando postagens de outubro, 2025

Sobre vírgulas

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Tenho a impressão de que já partilhei este texto. Não sei quando foi comemorado o centenário da vírgula. Quer saber? Não me interessa. O que me faz partilhar (de novo?) é o interessante do texto. A criatividade e o cuidado em divulgar o uso correto da Língua Pátria. Sim, é assim que me foi ensinado no curso primário, no curso de admissão do colégio dos padres Salesianos no curso ginasial. O nome da disciplina era “Língua Pátria”. E até os primeiros semestres do curso de Letras que fiz na PUC-MG, pasmem, estudei “Língua Portuguesa”. Hoje, já não posso garantir que isso aconteça de fato. De um modo ou de outro, divulgo (de novo?) este texto sobre a vírgula. Não sei quem é o autor. Tirei os asteriscos e as figurinhas que a mensagem original continha, por excessivos. Não fui atrás de “fontes”. Quem quiser reclamar que o faça com o Bispo... Nos 100 anos da vírgula Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)! A vírgula pode ser uma pausa... ou não: N...

Ah... a França!

Uma canção francesa. Como todas as outras, diferentes de todas as outras. Charles Aznavour é seu autor e seu intérprete (Basta digitar este nome na caixa de pesquisa do youtube e várias opções para ouvi-lo vão aparecer. Cometi a desfaçatez de traduzir, para facilitar, no caso de quem não sabe francês, mas nem é preciso saber. A beleza da sonoridade das palavras e a melodia já criam a ambiência necessária e suficiente para se deliciar com o que é belo. Chame-se a isso deleite! Comme ils dissent J’habite seul avec maman Dans un très vieil appartement Rue Sarasate J’ai pour me tenir compagnie Une tortue, deux canaris Et une chatte   Pour laisser maman reposer Très souvent, je fais le marché Et la cuisine Je range, je lave, j’essuie À l’occasion, je pique aussi À la machine   Le travail ne me fait pas peur Je suis un peu décorateur Un peu styliste Mais mon vrai métier C’est la nuit Que je l’exerce tr...

Apesar dos pesares...

É notável se dar conta de que a letra de uma música faz tanto sentido. Apesar do fato de que o poeta – porque ele é mesmo um poeta! – tenha posicionamentos tão questionáveis – para dizer o mínimo. Deixando minha chatice de lado, compartilho o prazer de ler (e ouvir0 peça tão contundente e direta. Pensem o que quiserem. É assim que eu sou... um chato! Amanhã vai ser outro dia Amanhã vai ser outro dia Amanhã vai ser outro dia Hoje você é quem manda Falou, tá falado Não tem discussão, não A minha gente hoje anda Falando de lado E olhando pro chão, viu Você que inventou esse estado E inventou de inventar Toda a escuridão Você que inventou o pecado Esqueceu-se de inventar O perdão Apesar de você Amanhã há de ser Outro dia Eu pergunto a você Onde vai se esconder Da enorme euforia Como vai proibir Quando o galo insistir Em cantar Água nova brotando E a gente se amando Sem parar Quando chegar o momento Esse meu sofrimento Vou cobrar com juros, juro Todo esse...

Repetição talvez

Pra variar, ando numa maré de preguiça que nem sei. Deve ser por conta dos 70, da hipocrisia circundante, da vilania alheia ou mesmo chatice minha mesmo. Encontrei este texto guardado e resolvi partilhar, só pra não dizer que não estou ‘postando’ (detesto este ‘verbo’!) nada... Segue o texto. “Nós somos aquela geração que não vai voltar. Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado. não para olhar para uma tela, mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua – onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos. Nós éramos os que voltávamos da escola a pé. falando alto ou sonhando em silêncio, com a mente já no próximo jogo, na próxima aventura, entre um buraco na areia e um segredo sussurrado atrás de um canto. Um pau podia ser uma espada. Uma poça virava um mar para conquistar. Nossos tesouros eram berlindes, cromos, barquinhos de papel. E o céu, nosso único limite. Não tínhamos backups , apenas memórias na mente e nos rolos fotográf...

Amenidades...

Já no ritmo de fim de semana (como se minha vida, depois de maio de 2018 fosse outra coisa senão um eterno fim de semana... com a graça de Deus!), faço postagem à noite... para dormir um pouco mais relaxado com amenidade que, no mínimo, causam curiosidade... Recebi da Suzana e só retirei as figurinhas... O texto e original cuja autoria desconheço. “Sabia dessa?   A natureza está cheia de curiosidades impressionantes – e o corpo humano também! Olha só o que você vai aprender agora: 1. pássaros não urinam, 2. cavalos e vacas conseguem dormir em pé, 3. morcegos são os únicos mamíferos que voam e – não conseguem andar, 4. mesmo de olhos fechados, as cobras enxergam pelas pálpebras 5. o urso polar tem pele preta, apesar da pelagem branca, 6. a mosca doméstica vive apenas 2 a 3 semanas, 7. para cada humano na Terra, existe um milhão de formigas, 8. álcool em um escorpião faz ele enlouquecer e se picar até morrer, 9. tubarões e jacarés podem viver até 100 anos, 10. abelhas têm dois e...

Gratuidades...

Recentemente, resolvi dar uma chance ao sus. Precisei de duas consultas: urologia e ortopedia.   Segui o protocolo: marquei consulta no Posto de Saúde do bairro, aguardei a “regulação”, marquei a consulta com os “profissionais” das clínicas de que eu precisava. Daí, no dia da consulta – detalhe: meses depois –, tive que escutar certas coisas de muitas pessoas na fila de espera de atendimento. Detalhe: o urologista – que chegou quarenta minutos atrasado! – atendeu doze pessoas em iguais quarenta minutos. Um urologista! Na minha vez – não posso garantir que tenha sido da mesma forma com os demais consulentes – ele sentado estava, sentado permaneceu durante TODA a consulta. Um urologista que atende um homem e não faz exame de toque. “Pode isso, Arnaldo”! Pois é. Entre as barbaridades, bobagens, chatices e mesmices que escutei enquanto aguardava a consulta, tive que engolir em seco quando, repetidas vezes, escutei elogios ao “atendimento” e os “graças a Deus” que temos consultas gratui...

Retalhos...

Fazendo uma limpeza no computador, deparei-me com o texto que segue. Não é de minha autoria., por isso, as aspas. Fato é que gostei do seu conteúdo, daí a partilha. Fala de Literatura – assunto de que gosto imenso. Mesmo aposentado e, conforme o adagiário, “afastado de Deus” no que tange às lides “acadêmicas”, continuo um interessado contumaz sobre o assunto. Tomara que o tédio não tome conta dos olhos de quem se dispuser a ler... “A ideia de senso comum cria – aparentemente de forma ‘natural’ – certo conflito. O discurso corrente sobre a literatura, que desig­na os pontos de referência para uma teorização, como acontece aqui, na abordagem de um texto constituído a partir da correspondência entre dois poetas, está sujeito, na sua base, a alguns questionamentos, haja vista o exame de pressupostos relativamente a certo número de noções fundamentais. Todo discurso sobre a literatura assume posição implícita e/ou explícita em relação a seu objeto. O ‘caso’ das cartas não é diferente. U...

Ecos bíblicos

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Do nada (bem... não é bem “do nada”..., mas a força da expressão procede!). Então... do nada, apareceu na tela do meu “esperto” um vídeo em que um homem aparece numa porta perguntando onde na Bíblia está escrito que nós podemos fazer imagens (Quase literalmente isso). Faz outras perguntas, mas quero fixar-me apenas nesta. A mulher responde: “Êxodo, 25, 18”. Fiquei curioso. Procurei o tal versículo na internete. Encantado, li todo o capítulo 25 do Êxodo. O segundo livro da Bíblia: Êxodo. No Houaiss , tem-se o seguinte verbete: nome, substantivo masculino. Emigração de todo um povo ou saída de pessoas em massa; o segundo livro da Bíblia, em que se narra a fuga dos hebreus do Egito; na rubrica teatro, no antigo teatro grego, o episódio final da tragédia e/ou o final de uma comédia ou episódio cômico que se seguia à representação de uma tragédia. Claro está que fiz algumas adaptações no verbete. Nada criminoso... O que desejo partilhar é certo encantamento com o texto bíblico, sobretudo na...