Sem título
Um poema que diz muito. E não digo mais... “Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá… eu não dormi. Estou em mil ventos que sopram, E na neve macia que cai. Nos chuviscos suaves, Nos campos de colheita de grãos. Eu estou no silêncio da manhã. Na algazarra graciosa, De pássaros a esvoaçar em círculos. No brilho das estrelas à noite, Nas flores que desabrocham. Em uma sala silenciosa. No cantar dos pássaros, Em cada coisa que lhe encantar. Não chore à beira do meu túmulo desolado, Eu não estou lá – eu não parti.” ( Mary Elizabeth Frye )