A propósito de cartas...
Recebi de uma amiga que não indicou a autoria. Tomei a liberdade de fazer algumas correções e modificações, em prol da clareza. Claro está que nem tudo mundo vai gostar... Não posso fazer nada!
Há 52 anos, Dilma Rousseff, em 1968, com Pimentel (ex governador de Minas
Gerais), e outro terrorista, invadiram a invernada do Barro Branco, chegando ao
posto avançado da Escola de Bombeiros, atacando o sentinela soldado da Polícia
Militar de São Paulo, Antônio Carlos Jefery, matando-o, sem chance de defesa e
roubando sua arma. Impunes, lograram uma vida política. Ela chegando à Presidência
da República, ele governador de Minas Gerais e o outro Ministro ... Jefery, aos
vinte e três anos, morreu. Os assassinos recebem pensão milionária do Estado. Alguém
da família do soldado recebe pensão de praça da PMSP.
Início
da madrugada de 20 de setembro, uma da manhã, sexta-feira, o “Soldado Aluno”
Antônio Carlos desloca-se para a guarita, em substituição de outro colega, que
estava de serviço, o também “Soldado Aluno” Dalmiro Della Rosa, com mesma idade
de Antônio Carlos, 20 anos. Estava armado com uma metralhadora marca INA,
calibre 45, com carregador municiado com 30 cartuchos. O local era distante uns
cem metros da Escola, que ficava em uma elevação. De repente, um VW Fusca bordô,
em alta velocidade, sem placas, aproxima-se do novato, que tentou pará-lo. Sem pestanejar,
fuzilam-no com quatro tiros de revólver. A metralhadora INA e seu carregador
foram por eles subtraídos, evadindo-se em alta velocidade. Os assassinos
pertenciam ao grupo intitulado “Vanguarda Popular Revolucionária - VPR” que,
pelas armas, tentavam instaurar no Brasil um estado comunista. Era o segundo
policial abatido naquele mês. O primeiro, no dia sete de Setembro, em situação
similar, fora o soldado José Custódio de Souza, 27 anos, solteiro, há seis anos
na Força Pública, metralhado durante aquela madrugada, quando no serviço de
sentinela no prédio do DEOPS - Departamento Estadual de Ordem Política e Social
de São Paulo, no Largo General Osório, no centro da Capital.
Menos
de três meses antes, outra vítima, Mário Kozel Filho, soldado do Exército
Brasileiro, que prestava o tempo de serviço militar obrigatório. Kozel, na
madrugada de 26 de junho de 1967, estava de sentinela no Quartel General do II
Exército, no bairro do Ibirapuera, na Capital Paulista. Por volta das 04h30,
uma camioneta, carregada com 50 quilos de dinamite investiu contra o Quartel do
Exército, chocando-se no muro. O motorista, que antes saltara, conseguiu fugir.
Com
o impacto, o soldado Kozel fora averiguar a situação, justamente no momento da
explosão: morreu com o corpo dilacerado, o jovem militar. Outros três soldados,
também conscritos, ficaram muito feridos na ação da mesma VPR.
No
dia seguinte, 21 de setembro de 1968, seu corpo foi saudado com 3 salvas de
sete tiros cada, por 10 soldados do Corpo de Bombeiros local, ao som da Marcha
Fúnebre, sob os acordes da Banda da Instituição.
O
corpo do soldado Antônio Carlos Jeffrey foi colocado no carro nº 105 do Corpo
de Bombeiros, com o caixão encoberto pela Bandeira do Brasil, em sua última
viagem terrena, com destino ao Cemitério da Filosofia, no bairro de Sabó, também
em Santos. À frente do cortejo, batedores da Guarda Civil. As ruas repletas de
populares, que se despediam do herói. o silêncio eram suas homenagens. Uma
multidão seguia o carro dos Bombeiros. Ao fundo, o som das sirenes das viaturas
que acompanhavam o extinto. Chegada ao Cemitério. No entorno do local de
sepultamento aproximadamente 1.500 pessoas.
Como
se observa, os anos 60 e 70 estão repletos de nomes das forças de segurança que
foram assassinados por terroristas e guerrilheiros, sendo que o principal nome
na corporação é o do Capitão Alberto Mendes Junior.
No
Exército foram mortos, além do Soldado Mário Kozel Filho, muitos militares. Desconhecidos
da nação porque não estão nos livros de História! Aquela história contada pelos
professores doutrinados pelos bandidos desses anos macabros para o povo
brasileiro!!!
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