Lógicas e ilógicas?


Há perguntas que não devem ser feitas em determinadas circunstâncias, para determinadas pessoas. Ou, por outra, há que se ter cuidado com a formulação da dúvida ou questão para a qual se quer uma resposta. Dependendo de como o enunciado se explicita, a resposta pode assustar, ou fazer rir. Exemplo disso é a sequência abaixo que recebi pelo Whatsapp. Não faço a menor ideia de quem é a autoria (em que escola, qual o professor e o aluno). Só gostei, por isso mesmo, compartilho.

 

Em qual guerra Napoleão morreu? – Na última que ele lutou.

Onde foi assinado o Tratado de Tordesilhas? – No final da folha.

Em qual Estado corre o rio São Francisco? – Líquido.

Qual a principal razão do divórcio? – O casamento.

Qual o principal motivo dos erros? – As provas.

O que nunca como no café da manhã? – Almoço e janta.

O que parece a metade de uma maçã? – Com a outra metade.

Se você jogar uma pedra vermelha em um lago azul, como ela fica? – Molhada.

Traduza as frases em Inglês para o Português:

Pay she. – Peixe.

My one easy. – Maionese.

Pall me too. – Palmito.

All faces. – Alface.

Car need boy. – Carne de boi.

 

Mais ou menos no mesmo estilo, há que cuidar quando se usa expressões idiomáticas com um estrangeiro. Ele pode não entender, como é o caso. Ou pensar que você não faz ideia do que está falando... Aqui valem as observações sobre autoria feitas acima – guardadas as devidas proporções.

– A porta dormiu aberta.

– A luz dormiu acesa.

– Você segue reto toda vida.

– Eu fiquei preso do lado de fora.

– Escuta só pra você ver.

– Não conheço, mas sei quem é.

– Vou só esperar o sol esfriar.

– Não vi nem o cheiro.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Parábola

A prova da cobra

Apesar dos pesares...