Revolta
Sou servidor público!
Minha estabilidade foi gerada pela natureza do trabalho que desenvolvo, sempre seguindo os critérios da legalidade e os princípios éticos.
Não devo ficar à mercê de quem estiver no poder.
Não posso ter o cargo ameaçado porque atuei de forma contrária aos interesses de grupos empresariais ou de partidos políticos.
Pago 14% de contribuição previdenciária sobre o total do que ganho e não apenas sobre um teto.
Contribuição essa, importante destacar, que nunca se acaba, pois sou um contribuinte previdenciário *VITALÍCIO*!!! Portanto, minha aposentadoria sou eu mesmo que pago, não se trata de nenhum “peso” extra para os cofres públicos.
Não tenho e nunca tive FGTS. O meu patrão, a União (Estado ou Município) tem, portanto, *esse refresco tributário de 8% sobre o total de sua folha de pagamento*.
Não sonego impostos.
O imposto de renda já vem retido na fonte!
Não invento despesas.
Todos os anos faço minha declaração de renda, ao contrário de muitos empresários que burlam o sistema, além de receberem gordos incentivos e isenções fiscais.
É injusto e covarde ver campanhas desmoralizando o servidor público!
Não se deixe enganar: o suposto problema nas finanças públicas é resultado de renúncias fiscais (perdão de dívidas milionárias de empresas), de isenções bilionárias, de inadimplência dos grandes devedores, bancos principalmente, da contribuição patronal do INSS, do uso indevido da verba, e PRINCIPALMENTE do pagamento de uma dívida FALSA aos banqueiros, além da má administração dos recursos públicos...
*A crise econômica e política, a falta de acesso à saúde e demais serviços por parte da população, não é culpa do funcionalismo público concursado!*
Minha estabilidade foi gerada pela natureza do trabalho que desenvolvo, sempre seguindo os critérios da legalidade e os princípios éticos.
Não devo ficar à mercê de quem estiver no poder.
Não posso ter o cargo ameaçado porque atuei de forma contrária aos interesses de grupos empresariais ou de partidos políticos.
Pago 14% de contribuição previdenciária sobre o total do que ganho e não apenas sobre um teto.
Contribuição essa, importante destacar, que nunca se acaba, pois sou um contribuinte previdenciário *VITALÍCIO*!!! Portanto, minha aposentadoria sou eu mesmo que pago, não se trata de nenhum “peso” extra para os cofres públicos.
Não tenho e nunca tive FGTS. O meu patrão, a União (Estado ou Município) tem, portanto, *esse refresco tributário de 8% sobre o total de sua folha de pagamento*.
Não sonego impostos.
O imposto de renda já vem retido na fonte!
Não invento despesas.
Todos os anos faço minha declaração de renda, ao contrário de muitos empresários que burlam o sistema, além de receberem gordos incentivos e isenções fiscais.
É injusto e covarde ver campanhas desmoralizando o servidor público!
Não se deixe enganar: o suposto problema nas finanças públicas é resultado de renúncias fiscais (perdão de dívidas milionárias de empresas), de isenções bilionárias, de inadimplência dos grandes devedores, bancos principalmente, da contribuição patronal do INSS, do uso indevido da verba, e PRINCIPALMENTE do pagamento de uma dívida FALSA aos banqueiros, além da má administração dos recursos públicos...
*A crise econômica e política, a falta de acesso à saúde e demais serviços por parte da população, não é culpa do funcionalismo público concursado!*
(Colega servidor, ativo ou inativo, passe adiante. Copiei, colei e compartilhei. Sugiro que faça o mesmo.)
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